Dias 1-4, 5-8 de Novembro Kazimierz, como você fez isso?!

- Temos aparência de mortal e sentimo-nos assim. Tive essa impressão, principalmente devido ao peso da bicicleta e da bagagem, que somos uma independente de inquérito regimento Divisão Blindada Desert do marechal Rommel – disse Piotr Sudol, um dos participantes no afrykanowaka.pl expedição.

– O deserto sacará todo de vocês – a trabalhadora de Geofísica de Cracóvia, que deu aos ciclistas o acolhimento, tenha cumprido com a despedida oferecendo um almoço rápido.
Finalmente começaram. Não há como voltar atrás. A tarde, 8 de Novembro, deixou Trípoli a partir do passos do grande odisséia de Kazimierz Nowak.
– Ficavamos aqui por alguns dias, tendo o cuidado de milhões de casos: uma placa comemorativa do Nowak, um telemóvel local, uma reunião dedicada à popularização dos serviços sociais e gurus de nossos compatriotas, conselheiro da embaixada, tirar dinheiro em caixas eletrônicos para pagamento a sanguinária agência de turismo, fotos, vídeos, entrevistas, reportagens de rádio, complementando equipamentos. Em uma palavra: uma loucura – relata Piotr Sudol.
Apenas um dia antes os polacos estão sentados na unica loja de livros velhos em Líbia, perto da antiga Praça Italia, um lugar que se chamou assim em tempos de Nowak e o colonialismo italiano. Seu proprietário, Elbakhabakhi Mohammed Ali esta a escutar um conto sobre ciclista pré-guerra. Fascinado pela a história, antiquário permite pendurar em sua loja uma placa memorial que comemora a viagem do polaco. Sua coordenadas geográficas: N 32 ° 53,564 ‘, W 13 ° 10,871′.
A conversa parece muito pior em uma agência de viagens que cuide a expedição. O Tuareg, de fisionomia do hipopótamo, esta a gritar e jogar os papéis. Na uma forma teatral prova explicar que … andar de bicicleta para a Líbia não podem, e como você podem, será um preço enorme. Ao fim a agência vai enviar através do deserto com os ciclistas um carro obrigatório, e pelo serviço tira € 3000 e duas vezes mais de dinares. Finalmente, o Tuareg dá o aperto de mão aos ciclistas, dando-lhes uma passagem a Sahara. Em Trípoli, os três polacos três junta-se Elfadel – o líbio e o guia da expedição através do Sahara.
– Estamos preocupados um pouco por ele – dizem os rapazes. Elfadel durante a primeira fase parou 5 vezes e 4 vezes tomou uma decisão drástica para continuar. 4 vezes o vomitou. Ao final, 20 km da linha de chegada mudou para o carro com a sua bici. Pareceu muito cansado.
– Hoje viajamos os primeiros 60 quilômetros – diz Piotr. – Ainda mil vezes a mesma distância e estamos no ponto. Kazimierz, como você fez isso?! Quem ou o que lhe deu a força e motivação para um percurso tão gigantesco?! Durante os próximos 725 dias os participantes afrykinowaka.pl excurção vão tentar compreendê-lo. Ao fim da viagem ainda – uma ninharia! – 39 940 quilômetros!



Dias 5-13 – 9-17 de novembro
Tinta de areia do deserto

Quanto mais ao sul, menos os caminhos da civilização. Os encostos e as claras linhas divisórias entre as pistas desaparecem. Líbia rica cada vez dá mais lugar ao deserto.

Um espaço é deslumbrante. Na sua vida nunca tinham visto um horizonte tão vasto. Paisagem como do Planeta Vermelho. Os membros da expedição  dos passos de Kazimierz Nowak estão a atravessar de montanha Nafusa, como um arco, estendendo-se desde a Tunísia. Seu ponto mais alto é 837 metros acima do nível do mar, os ciclistas entram pouco menor – a 788 m.
Sopra imenso. Assim que nos momentos e difícil até manter a actual direcção de viagem. Outros ciclistas não encontras aqui. Os motoristas de caminhão, acelerando perigosamente, estão a sorrir a ver os estranhos nas bicicletas  e os passageiros de carros estão a tirar fotografias pelas janelas abertas.
Nas ruínas da cidade berbere no Yafran convenceram-se que alguem ja foi lá de bici: encontram a bicicleta coberta de ferrugem com os dois … guidões.
As condições rigorosas – alojamento na areia seca e rachada – mas simpáticas por causa da disposição dos nativos. Tal como o Sudão, o senhorio dum dos oásis, que chegou para os polacos de burro com uma cabrinha para o jantar.
– Quando a noite aproxima faço a fogueira alegre dos arbustos espinhosos que cheira bem – os polacos estão a ler em voz alta uma carta para a esposa de Nowak. Mostrando inúmeras fotografias convertem os líbios na “religião do Nowak”.
O Fadel desenrosca-se lentamente. O dia 11 de Novembro é para comemorar. Na véspera de seu aniversário, pela primeira vez atravessa toda a etapa do dia.
– Líbia nos surpreendeu muito. As pessoas são agradáveis. Hospitaleiros e gostam de ajudar. Os líbios são culturalmente mais próximos dos europeus do que para os outros habitantes do continente Áfricano. Paradoxalmente, parece que o socialismo e a ditatura do Kaddafi fez ao país bem, pelo menos no contexto de outros países Africano – nota Piotr Sudol quando passa boas estradas e aldeias cheias de gente elegante e lojas bem abastecidas.
Cidades surpreendem com a sua riqueza e deserto com as suas paisagens. Por um momento, é como na Austrália, com areia vermelha e brilhante e pequenos arbustos verdes. Depois de um tempo, assim como a pradaria ocidental. Cada vez mais, o vento esculpe a areia, formando-o em linhas de ondas inquietas.
Na sexta-feira, 140 quilômetros a passagem a Sinawan. 7 horas em um ciclo fatigante, que, juntamente com a bagagem concluído pesa 50 kg.
Descidas longaaas e acessos ainda mais longaaaaaas. Lutam com eles bem como os ciclistas profissionais. Quanto mais ao sul, menos o caminho da civilização. Os encostos e as claras linhas divisórias entre as pistas desaparecem.
O deserto tem todas as facilidades para se livrar de hóspedes indesejados. Como o Nowak, com humildade e sabedoria vão para Gadames, a cidade chamada “Portão do Sahara”.
– É bonito oási de 30 mil habitantes no deserto – diz depois da sua chegada  Piotr Sudol. – Há cheio de construções como dos contos “As Mil e uma Noites”, em cores maravilhosas, nas pequenas ruezinhas. Sento-me ao lado da unica fonte na cidade, na minha frente – palma, uma visão idílica.
Os Tuaregos graves estão a andar entre os polacos. Secretamentes em vista primeiro, em um contato mais próximo parecem ser extremamente amigáveis.
Segunda placa comemorativa penduraou na pousada da juventude, na presença de dezenas de homens velhos, que impressionam-se com Nowak que ficou aqui anos antes.
Mas o tempo já se despedir de povo de Gadames. Caravana de bicicleta move-se mais ao sul, 10 dias através do deserto.


Jeden komentarz / One Response to “Dias 1-4, 5-8 de Novembro Kazimierz, como você fez isso?!”

  1. Kuba says:

    Boooże..taki nakład 34kg+rower+masa wycieczkowicza..to musi być katorga!
    Ale,skoro paredziesiąt lat wcześniej Kazimierz Nowak tego dokonał,to Wam również życzę tego samego. Gratulacje i silnej woli życzę! :)

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